|
Você sabe por que Deus escolheu os 12 discípulos entre os pescadores da Galileia, e não entre os intelectuais refinados de Jerusalém? Pela revelação e pela lógica, sabemos a resposta: porque Ele poderia ensinar-lhes os princípios de um reino que não é deste mundo. Em 1972, o jornalista David Halberstam publicou o livro The Best and the Brightest [Os Melhores e Mais Brilhantes], que analisa o plano de ação dos Estados Unidos no Vietnã no início da década de 1960. O título se refere a pessoas que receberam a melhor educação e alcançaram sucesso notável nos negócios, no governo e no meio acadêmico antes de se envolverem na formulação da estratégia do conflito. David se perguntava: “Por que as ações desses indivíduos, considerados os melhores e mais brilhantes, tiveram resultados tão desastrosos?” Talvez porque, no fundo, essas pessoas não fossem as melhores nem as mais brilhantes.
Se voltarmos à Bíblia, veremos que o Senhor raramente escolheu “os melhores e mais brilhantes” para tarefas importantes. Quando o fez, os resultados nem sempre foram positivos. Exemplos disso são o rei Saul e Judas Iscariotes.
A declaração divina “a sabedoria do mundo é loucura para Deus” é mais verdadeira do que imaginamos! Reflita um momento. Você é muito inteligente? Tem um coeficiente intelectual elevado? As pessoas frequentemente o elogiam, dizendo que você é extremamente capaz? Se for o caso, tome cuidado, porque nenhum de nós é “o melhor e o mais brilhante”. Se somos, é porque o critério de avaliação é muito baixo.
Não é tão honroso ser considerado alto se a medição é feita em centímetros, não acha? É mais sábio seguir o conselho bíblico: “Não façam nada por interesse pessoal ou vaidade, mas por humildade, cada um considerando os outros superiores a si mesmo” (Fp 2:3). Além disso, Aquele que é onisciente disse que o melhor, o mais brilhante e o maior é o que serve com mais dedicação (Mt 20:25-28). Então, ao realizar suas tarefas, lembre-se do texto de hoje.