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Tínhamos acabo de adquirir uma casa nova.
Decidi ir até lá a fim de medir as janelas para comprar cortinas. Minha mãe foi comigo, e eu estava empolgada para mostrar minha nova casa a ela.
Quando estacionamos em frente à casa, percebi que havia um cadeado na porta e móveis na sala! Deve haver algum mal-entendido, pensei.
Uma ligação foi feita para meu corretor, que descobriu que havia nos mostrado uma casa de aluguel que nunca tinha estado à venda.
Além disso, ele havia processado os documentos errados de compra. Estávamos, na verdade, comprando outra casa em um endereço diferente – uma casa que nunca tínhamos visto antes! O corretor de imóveis fez tudo que podia para consertar seu erro. Ele tentou nos mostrar outra casa, mas, com uma simples visita, percebemos que ela definitivamente não era nosso estilo e não a escolheríamos. Nosso depósito de entrada foi perdido, nossa antiga casa já tinha sido vendida semanas antes e seria ocupada dentro de oito dias.
O que faríamos agora? A Bíblia nos diz que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito”. Naquele momento, entretanto, estávamos em pânico, tentando descobrir o que fazer. Enquanto orávamos, fomos impressionados a dirigir alguns quilômetros naquela mesma rua, até outro bairro. Havia ali várias casas à venda, e uma delas chamou a nossa atenção. Como na casa anterior, essa também tinha um parque muito agradável na parte de trás.
O parque ficava bem próximo da porta dos fundos da casa, e nossos filhos amariam ter um acesso tão fácil ao local. Entramos em contato com o agente que estava vendendo a casa e conseguimos comprá-la. Os compradores da nossa casa anterior aceitaram adiar a mudança deles para acomodar nossas necessidades.
Amamos nossa casa nova! Embora circunstâncias inesperadas ocorram em nossa vida, podemos estar certos de que o Senhor está sempre conosco.
Ele Se importa com tudo que é importante para nós e nunca nos deixará sozinhos quando estivermos enfrentando algum obstáculo (ou mesmo se estivermos “sem casa”).
Karen M. Phillips