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Alegrando-se com toda a natureza

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Salmo 96:11-13. Alegrem-se os céus, e a terra exulte; ruja o mar e a sua plenitude. Alegre-se o campo e tudo o que nele há; cantem de alegria todas as árvores do bosque, na presença do Senhor.

Nosso Salvador enriquecia Seus preciosos ensinos com coisas da natureza. As árvores, os pássaros, as flores dos vales, as colinas, os lagos e o lindo céu, bem como os incidentes e o ambiente da vida diária, tinham conexão com as palavras da verdade, de modo que Suas lições pudessem sempre ser lembradas, mesmo em meio às preocupações e encargos da vida. Deus queria que Seus filhos apreciassem Suas obras e que se deleitassem na beleza simples e tranquila com a qual Ele enfeitou nosso lar terrestre (CC, p. 54 [85]).

O Criador que plantou o jardim do Éden para nossos primeiros pais criou para nós as belas árvores e flores e providenciou tudo o que é belo e glorioso na natureza para o ser humano desfrutar […]. O Deus que plantou as majestosas árvores e as revestiu de rica folhagem, que nos proporcionou as belas e brilhantes tonalidades das flores e cuja bela obra podemos apreciar em todo o reino da natureza, nunca pretendeu tornar-nos infelizes.

Ele não planejou que não tivéssemos bom gosto nem nos deleitássemos nessas coisas. É Seu plano que possamos usufruí-las e sermos felizes entre os encantos da natureza, Sua criação (T2, p. 479 [588]). Quero deliciar-me com as belezas do reino de Deus.

Quero alegrar-me com as pinturas que Seus dedos coloriram.

Eu posso apreciá-las; vocês podem apreciá-las.

Não devemos venerá-las, mas através delas ser dirigidos a Deus e contemplar a glória Daquele que fez todas essas coisas para nossa alegria (T2, p. 482 [592, 593]).

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