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Alegria no Céu

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Lucas 15:7, 10. Digo a vocês que, assim, haverá mais alegria no Céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento. […] Eu afirmo a vocês que a mesma alegria existe diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.

Há mais alegria na presença dos anjos no Céu pelo pecador que se arrepende do que por 99 pessoas justas que não precisam de arrependimento (Lc 15:7). Há alegria da parte do Pai e de Cristo. Todo o Céu está interessado na salvação do ser humano.

Aquele que serve de instrumento para salvar uma pessoa pode se alegrar, pois os anjos de Deus testemunharam seus esforços com o mais intenso interesse e se alegram com ele em seu sucesso (T4, p. 231 [264]). A humanidade é hoje alvo da atenção celestial tanto quanto na época em que homens comuns, em ocupações comuns, encontravam-se à luz do dia com anjos e falavam com os mensageiros nas vinhas e nos campos.

Em nossas tarefas diárias, também podemos ter o Céu bem perto de nós. Anjos das cortes celestiais acompanharão os passos daqueles que vivem sob as ordens de Deus (DTN, p. 29 [48]). Todos os recursos do Céu estão à disposição de quem procura salvar os perdidos. Os anjos o auxiliarão a alcançar os mais indiferentes e resistentes.

E quando alguém é reconduzido a Deus, todo o Céu se alegra; serafins e querubins tocam suas harpas douradas e cantam louvores a Deus e ao Cordeiro, por Seu amor e misericórdia pelos filhos dos homens (PJ, p. 111 [197]). “[Deus] nos salvou e nos chamou com santa vocação, não segundo as nossas obras, mas conforme a Sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos” (2Tm 1:9).

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