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A armadilha da arrogância

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Tiago 4:16. Agora, entretanto, vocês se orgulham das suas arrogantes pretensões.

Se os homens pudessem enxergar um momento para além do horizonte da visão finita, se eles pudessem ter um vislumbre do Eterno, toda boca com seu orgulho se calaria (CPPE, p. 51 [66]). É um orgulho ímpio que se deleita na vaidade das próprias obras, que se ensoberbece das excelentes qualidades de alguém, buscando fazer com que outros pareçam inferiores a fim de exaltarem o eu, reivindicando mais glória do que o frio coração está disposto a dar a Deus. Os discípulos de Cristo atentarão à instrução do Mestre.

Ele nos ordenou amar uns aos outros assim como nos amou (T4, p. 195, 196 [223]). O amor se regozija na verdade e não estabelece comparações invejosas.

Quem possui amor compara somente seu próprio caráter imperfeito com a amabilidade de Cristo. […] Não há religião na entronização do próprio eu.

Aquele cujo alvo é a glorificação própria estará destituído daquela graça que, somente ela, pode torná-lo eficiente no serviço de Cristo.

Quando são tolerados o orgulho e a complacência própria, a obra é arruinada. […] O menor dever cumprido com sinceridade e desinteresse é mais agradável a Deus que a maior obra quando manchada pelo egoísmo (PJ, p. 237 [402]).

Todo aquele que enaltece a si mesmo remove o brilho de seus melhores esforços (T4, p. 531 [607]). Não é cabível nos vangloriarmos de algum mérito (PJ, p. 236 [401]). “O Senhor é excelso, contudo, atenta para os humildes; os soberbos, Ele os conhece de longe” (Sl 138:6).

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