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Quando eu tinha dezoito anos, sofri o início de uma doença que não consigo explicar até hoje. Começou com uma sensação aguda que ia dos meus dedos até o braço direito. Em seguida, meu braço começou a se sacudir e eu caí inconsciente.
A mesma coisa se repetiu mais tarde naquela noite.
Imediatamente após o primeiro incidente, minha tia começou a gritar: – Por favor, alguém! Precisamos de ajuda aqui! Alguns dos nossos vizinhos ouviram os gritos e vieram ajudar. Eles jogaram água em mim, a fim de que eu voltasse à consciência.
Entretanto, após o segundo ataque, acordei em uma cama de hospital. Esses dois eventos, juntamente com a doença que resultou de tudo aquilo, fizeram com que eu me sentisse muito fraca. Passei meses perdendo peso.
A dor em meus braços era intensa. Na verdade, meus braços ficaram tão fracos que eu mal conseguia torcer a água de uma toalha.
Eu havia perdido toda a minha força. Além disso, parecia que tinha água na parte de trás da minha cabeça, que descia até a base do pescoço.
Meu lado direito estava mais fraco do que o esquerdo.
Ao caminhar, eu tinha uma sensação anormal na parte de trás do joelho, como se estivesse mancando um pouco. Meus sonhos de vida foram se dissipando, pois eu esperava a morte ou a paralisia. Durante todo esse tempo, porém, o povo de Deus estava orando por mim. No ano seguinte, pude ir estudar numa faculdade.
Embora ainda me sentisse fraca, decidi que, com o Senhor ao meu lado, eu continuaria vivendo. Estou convencida de que as orações do povo de Deus, juntamente com a dieta vegetariana servida na faculdade, acabaram levando à minha cura.
O Senhor realmente renovou minhas forças dia após dia.
Louvado seja Deus, pois agora tenho quarenta e quatro anos de idade. Os incidentes graves e preocupantes que causaram minha doença nunca mais voltaram.
A sensação estranha dentro de minha cabeça desapareceu e posso trabalhar duro, seja em casa ou no jardim. De fato, Deus é o Grande Médico.
Ele cura as nossas doenças. Confie Nele, pois Ele renovará as suas forças a cada dia, como fez comigo.
Zandile Mankumba