
O áudio deste devocional não está disponível no momento, mas você pode usar a voz do seu dispositivo para que ele o leia para você.
Opções de leitura
Versículo:Toda a boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança. Tiago 1:17
O poder de Deus se manifesta no pulsar do coração, na ação dos pulmões e nas correntes vivas que circulam através dos milhares de vasos do corpo.
Somos-Lhe devedores por cada momento de existência e por todos os confortos da vida. As faculdades e aptidões que elevam o homem acima dos animais inferiores são dotes do Criador. Ele derrama sobre nós Seus benefícios.
Recebemos de Suas mãos o alimento que ingerimos, a água que tomamos, a roupa com que nos cobrimos, o ar que respiramos.
Sem Sua providência especial, o ar estaria carregado de tóxicos e pestilências. Ele é um generoso benfeitor e mantenedor.
O Sol que ilumina a Terra e glorifica toda a natureza, o brilho de mágica solenidade da Lua, as glórias do firmamento adornado de refulgentes estrelas, os aguaceiros que refrigeram a terra e fazem florescer a vegetação, as coisas preciosas da natureza em sua variada riqueza, as árvores altaneiras, os arbustos e as plantas, os cereais ondulantes, o firmamento azul, a terra verdejante, as variações do dia e da noite, as estações renovadoras – tudo fala ao homem do amor Daquele que o criou. Ele nos ligou a Si por todos esses testemunhos no Céu e na Terra (Review and Herald, 18 de setembro de 1888). Podemos declarar-Lhe nossos negócios seculares, pedindo-Lhe pão e roupa da mesma maneira que o pão da vida e o vestido da justiça de Cristo. [...] Os dons Daquele que tem todo poder no Céu e na Terra estão reservados para os filhos de Deus. Dons tão preciosos [...] que satisfarão os mais profundos anseios do coração; dons tão perduráveis como a eternidade serão recebidos e desfrutados por todos os que se aproximarem de Deus como criancinhas. Tomemos as promessas de Deus como nos pertencendo, e as lembremos diante Dele como Suas próprias palavras, e receberemos a plenitude da alegria (O Maior Discurso de Cristo, p. 133, 134).
Ellen G. White, 11/1/1956 e 2005