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Versículo:Jó 31:29, 40, NVI Se a desgraça do meu inimigo me alegrou, ou se os problemas que teve me deram prazer; […] que me venham espinhos em lugar de trigo e ervas daninhas em lugar de cevada.
Sentimentos amargos […] são estranhos ao espírito de Cristo (T2, p. 46 [52]). Jesus, quando era injuriado, maltratado e insultado, não revidava.
“Pois Ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje.” Quando a crueldade do homem Lhe infligiu penosos açoites e ferimentos, Ele “não fazia ameaças, mas entregava-Se Àquele que julga retamente” (1Pe 2:23). […] É o servo maior que seu senhor? Cristo pôs Sua vida como nosso padrão e O desonramos quando nos tornamos ofendidos por qualquer desfeita e estamos prontos a nos ressentir de toda ofensa, suposta ou real.
Não é evidência de nobreza estar preparado para defender-se, para preservar a própria dignidade. Seria melhor sofrermos injustamente uma centena de vezes do que ferir alguém pela retaliação ou por dar vazão à ira (T2, p. 351 [426, 427]).
Não devemos abrigar ressentimento no coração. Quando injuriados, não injuriemos. Ó ciúmes e perversas suspeitas, que danos têm causado! Como têm transformado amizade e amor em amargura e ódio! Devemos ser menos orgulhosos, menos sensíveis e morrer para o egoísmo (T2, p. 459 [566]). “Quando o seu inimigo cair, não se alegre, nem se regozije o seu coração quando ele tropeçar, para que o Senhor não veja isso e Se desagrade, e desvie do inimigo a Sua ira” (Pv 24:17, 18).