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Versículo:Jesus, porém, disse: – Deixem os pequeninos e não os impeçam de vir a Mim, porque dos tais é o Reino dos Céus. Mateus 19:14
Nós nos conhecemos durante minha visita de doze dias à casa de Siale em Nukualofa, capital do Reino de Tonga. Ele tinha cerca de um ano quando cheguei, em abril de 2019. Seus pais programam o dia de acordo com as necessidades de Siale, apesar de ambos trabalharem. Jolene, que é a irmã mais velha, se esforça para garantir que Siale esteja confortável, limpo e bem alimentado. Siale tem três irmãos mais velhos que frequentam a escola e, depois, passam algum tempo todos os dias brincando com ele.
Então, Siale tem uma família amorosa que o mantém feliz e seguro. Durante a primeira semana que estive lá, Siale tinha medo de mim e das minhas tentativas de fazer amizade com ele. Portanto, ele ficava só olhando quando eu brincava com seus irmãos mais velhos. No fim da primeira semana, a barreira entre nós começou a se quebrar.
Ele segurava minha cadeira durante as refeições, esperando minha atenção. Logo, meu esforço para fazer amizade com ele funcionou. Ele engatinhava até meu quarto para me ver de manhã cedo. A barreira do medo e da insegurança desapareceu.
Na segunda semana, Siale e eu éramos amigos. Construíamos coisas com blocos de montar, líamos e comíamos juntos. Eu o ensinei a ficar em pé e a andar.
No fim da segunda semana, Siale conseguiu ficar em pé sozinho e dar vários passos antes de cair. Ele gostava das caminhadas no quintal e das brincadeiras de esconde-esconde em casa. Enquanto eu estava visitando, muitos outros adultos vieram até a casa dele.
Mas era gratificante quando Siale escolhia vir até mim em vez de qualquer outra pessoa. Eu apreciava e amava sua fidelidade à nossa nova amizade.
Essa experiência de amizade crescente com Siale me lembra como Jesus Se relacionava com as crianças. No entanto, Ele não precisou de uma semana para ganhar a confiança delas. Elas simplesmente eram atraídas por Ele no primeiro instante.
Seu amor, cuidado e preocupação com elas atraía esses pequeninos diretamente para Ele. Jesus tinha tempo para elas e nunca as rejeitava.
Não é de surpreender que uma criança tenha compartilhado seu almoço com Ele e outras cinco mil pessoas. O Senhor nos lembra de que, para nos tornarmos cidadãs do reino de Deus, devemos ser como crianças. Que possamos orar para que Deus nos dê o coração inocente de uma criança para amar, perdoar, viver e confiar em Jesus como elas fazem.
Fulori Sususewa Bola